segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Auto avaliação


PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM – PDA
AUTO AVALIAÇÃO/ SEMESTRE: 2013.2
NOME/ TURMA/ TURNO: Gilvanice da Silva Oliveira/Pedagogia 2010.1/ Manhã.
01
Questionamento
SIM
NÃO
Às vezes
02
Consegui ser pontual, dentro do possível?
x


03
Fui assíduo?
x


04
Estive atento na hora da aula?
x


05
Entreguei trabalho em dia marcado
x


06
Colaborei com minha turma e colegas?
x


07
Dei minha opinião respeitando a dos outros?
x


08
Estudei os textos sugeridos?
x


09
Li sobre o assunto indo além do que foi sugerido?
x


10
Fui capaz de desenvolver meu trabalho com autonomia?
x


11
Tomei a iniciativa de apresentar novas ideias propostas?

x

12
Adquiri conhecimentos?
x


13
Sou capaz de aplicar o que aprendi na minha vida prática?
x


14
Escrevo com clareza e correção?
x


15
Consigo solicitar a ajuda da professora quando necessário?
x



Acho que meu esforço este bimestre poderá ser traduzido pela seguinte nota: 9.0
O que tenho ainda a dizer... Este bimestre apesar de corridíssimo, por conta do meu TCC  acredito ter conseguido desenvolver um trabalho satisfatório neste Componente Curricular. Só peço desculpas  das conversas às vezes em meio às aulas; mas professora acredite que na maioria das vezes eram conversas relacionadas ao tema da aula, e eram coisas que não poderiam ser ditas para o grande grupo, por isso tiro-me 0.5 décimos, é justo. E também nunca tomei iniciativas de apresentar algo novo, pois suas aulas já eram cheias de novidades. Não acho que deverei perder ponto por isso. Nada mais a declarar, apenas obrigada por nos ensinar a enxergar a vida sem preconceitos.



Análise da cena do beijo gay

O beijo dos personagens Nico e Félix na novela das 9:00 hrs. da Rede Globo de Televisão



Essa cena da novela da Rede Globo, é muito polêmica, por se tratar de assunto que é ainda, um tabu na nossa sociedade. O relacionamento homoafetivo.

Confesso que eu não assistir  a cena apesar de estar com a TV ligada no momento que ocorrerá. 
Ao ser questionada depois, por muitas pessoas o que acho da rede Globo expor em horário dito "nobre" a cena de homens se beijando como se fosse a coisa mais normal desse mundo, respondi: A emissora exibe o que quiser a nós cabe o direito de assistir ou não. E quanto aos nossos filhos cabe-nos decidirmos o que eles podem ou não assistirem também.
Meu filho de onze anos, já me questionou o beijo dos atores, apesar de não ter assistido a cena da novela, e lhe respondi que normal não acho, mas há homens que gostam de outros homens, assim como mulheres que gostam de outras mulheres, à nós cabe respeitá-los, pois cada um é responsável pelas suas escolhas.
Na sala de aula não teria nenhum problema em discutir o tema com as crianças, pois independentemente das minhas convicções, sei que nosso papel é formar pessoas que respeitem a diversidade, pois caso contrário estamos contribuindo para com a homofobia e nossa sociedade não precisa disso.
Não permiti ao meu filho assistir a cena como também não permito programas que exibem cenas de sexo explicito entre héteros, por exemplo. Acredito que aos poucos a criança vai conhecendo e aprendendo o que tem de aprender na hora certa, sempre com a colaboração dos pais, não tenho pressa, respeito os limites da sua idade.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Violência sexual: Caracterização e análise de casos revelados na escola

RESUMO II

Este texto é uma síntese do artigo escrito por Sílvia Regina Viodres Inoue e Marilena Ristum, que aborda a violência com crianças e jovens,adolescentes, homens e mulheres em suas diversas etnias, classes sociais, cultura e religiões.
Porém vem focando a violência que tem maior intensidade com crianças e adolescentes e sendo a família os maiores violadores  dos direitos dessas crianças.
No Estados Unidos a violência infantil surgiu como um problema médico social; 
No Brasil  os maus tratos sofridos pelas crianças diagnosticamente comprovados  resultaram em propostad que mais tarde criou-se o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA);
As autoras frisam que na literatura há certa dificuldade de  conceituar violência, pois são encontradas várias definições  e a imprecisão nestes conceitos revela a falta de clareza conceitual e portanto os termos utilizados para conceituar as diferentes modalidades de crimes sexuais apresentam dificuldades em atender adequadamente aos aspectos médico, jurídico, psicológico e ético que os crimes envolvem.
O texto aponta em citação de Faleiros e Campos  que diante da confusão existente na literatura de conceituar os diversos casos de violência para estas autoras, violência sexual, abuso sexual e maus tratos não são sinônimos e são epistemologicamente distintos.

A questão dos desafios encontrados por parte de quem sofre algum tipo de violência sexual, se agrava na perspectiva de que são praticados por parentes ou pessoas próximas da família, que por sua vez demoram para fazer a denúncia.
Concordo com as autoras pois, a vergonha de muitas pessoas expor um parente próximo por terem cometido um ato de violência principalmente sexual é maior do que  se colocar no lugar da criança violentada, e por isso muitas delas só vem ser descobertas quando a pessoa  já  se encontra na idade adulta,  e sofreram a vida toda esses atos inescrupulosos dentro do seio da sua própria família.

A vítima de violência sexual está exposta a diferentes riscos, que comprometem sua saúde física e mental, com efeitos físicos e psicológicos devastadores e duradouros, que vão desde a depressão, sentimentos de culpa, comportamento autodestrutivo, ansiedade, isolamento, estigmatização, baixa auto-estima etc.

A violência também pode ser verificada na escola por consequência de serem vivenciadas dentro de casa. Diz o texto:  Crianças que são testemunhas ou vítimas de violência no ambiente doméstico tendem a desenvolver um repertório de estratégias inadequado... aprendem estratégias agressivas para lidar com possíveis contrariedades.

Para as autoras  a escola deve se comprometer com a garantia dos direitos da criança e dos adolescentes e a adesão dos educadores fortalece a militância em defesa desses direitos. Mas também dizem que a escola apresenta pouco definido seu papel diante da violência, e  se vê na literatura as poucas contribuições da escola em relação a proteção socialização e formação infanto-juvenil.    
É uma pena a escola contribuir pouco para com esta causa, pois sabemos que a criança na maioria das vezes passa mais tempo na escola do que nas suas próprias casas, mais parece que a escola não às veem.

Para terem acesso o texto que serviu de base para este resumo busque no link abaixo, e boa leitura!!

http://www.scielo.br/pdf/estpsi/v25n1/a02v25n1.pdf

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Resumo do texto: Orientação sexual nos PCNs - Aula 14/02/2014

                                        RESUMO
Orientação Sexual nos Parâmetro Curriculares Nacionais
Helena Altmann
 Este texto é um resumo que faço do artigo acima citado. Trago os principais pontos que a autora aborda como forma de crítica aos PCNs, no que tange a orientação sexual.

Ela diz que nos PCNs, a sexualidade é abordada como um tema transversal, e que também faz parte do cotidiano da escola. Não é um tema novo e  foi criado como transversal para serem trabalhados ao longo de todos os ciclos de escolarização.
Sobre o papel da escola diz que é de desenvolver ação crítica; reflexiva e educativa e que promova a saúde das crianças e dos adolescentes;
 Os PCNs, orienta que a educação física seja um espaço privilegiado e propício para a aprendizagem de orientação sexual pela experiência do professor como aluno. Porém a autora não concorda nem eu concordo, pois como ela diz, porque tratar a temática na disciplina de educação física que nada tem a ver com o tema orientação sexual, e tão pouco que seus profissionais tem a ver também.
Penso, que sobre o tema orientação sexual na escola, deva ser abordado em todas as disciplinas do currículo de maneira  inclusa nos conteúdos, mas que não só fique restrito a isso, que é o que geralmente ocorre, a escola deve promover eventos que envolva as crianças e os adolescentes, a família, etc. para que em conjunto possam aos poucos irem rompendo as barreiras que envolve a sexualidade.

Como começou a discutir esse tema nas escolas no Brasil?
Diz a autora que por aqui, a partir dos anos 20 e 30, o problema dos "desvios sexuais" deixam de ser percebidos como crime, para serem concedidos doenças.  Então a escola passa a ser tida como espaço de intervenção preventiva da medicina higiênica, cuidar para produzir comportamentos normais. Outra crítica, ela faz a isto: pois diz que ao tratar sobre doenças, sua prevenção, não acentuando a relação com a morte, a escola integra-se ao serviço público de saúde, gerando atitudes de "autocuidado". E isso nada mais é do que uma intenção de autodisciplinamento da sexualidade das pessoas.

Na década de 60 e 70 a educação sexual formal na escola enfrenta fluxo e refluxo, ou seja, são discutidos e desenvolvidos projetos que deixam de existir em 1970 por conta de Comissão Nacional de moral e Civismo, que dá parecer contrário a outro projeto de 1968 que propunha a inclusão obrigatória de Educação Sexual  na escola. Contudo, a partir de 1970, a família volta a ser considerada a principal responsável pela educação sexual das crianças. Mas a escola podendo inserir educação sexual em programas de saúde.

Concluímos nossa síntese compreendendo que a educação sexual nas escolas está vinculado as questões de saúde por conta dos epidemias  de doenças transmissíveis desde muito tempo.Se antes era a sífilis como a autora abordou, agora é a AIDS, e a gravidez. Não digo que a escola não deva abordar para prevenir essas consequências do sexo sem proteção, mas que a  Orientação Sexual na escola e também na família deva ir muito além, a palavra certa seria na minha concepção, CONSCIÊNCIA.
E tal consciência deve abranger as famílias também, pois em muitas situações a escola amedronta-se na reação das famílias que não aceitarem que seus filhos aprendam assuntos relacionados a sexualidade. Então  terminam deixando de lado conteúdos importantes para a formação do educando.

Aula do dia 07/02/2014 - Orientação sexual nos Parâmetros Curriculares Nacionais

Iniciamos nossa aula hoje com um vídeo muito interessante com o repórter Drauzio Varella, intitulado de "Viagem Fantástica Drauzio Varella -  Amor e sexo"

 Muito bom este vídeo, pois mostra a trajetória do ser humano de forma científica dentro do útero até nossa morte. Gosto muito das reportagens de Drauzio Varella, pois a sua forma de abordar as matérias é de fácil compreensão e encanta a todos que o assiste.
Foi desse jeito que ficamos em sala de aula com a apresentação do vídeo, encantadas com a riqueza dos detalhes, é uma verdadeira aula de ciências, mas não aquela ciência livresca da nossa trajetória escolar, mas uma forma interessantíssima de mostrar a trajetória da nossa vinda ao mundo.

Após esse momento, a professora apresentou os procedimentos que adotaria na avaliação nesta última unidade do nosso componente curricular. Em seguida, partimos para as discussões sobre o texto "Orientação sexual nos Parâmetros Curriculares Nacionais". Este texto é um artigo que faz críticas a forma como os PCN, aborta a educação e sexualidade.

O resumo deste texto, postarei na próxima aula!!

Bom dia!!!

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Aula do Dia 13/12/2013- Educação e Sexualidade

Começamos o dia com uma ótima dinâmica, a qual eu recomento: "dinâmica do cordão", não sei na verdade o nome, mas esse também vale.

A brincadeira tinha o objetivo de ser um momento de união da turma, já que seria nossa última aula de 2013, mas na verdade foi uma situação de bastante emoção e risos também. 
Passando um cordão para a pessoa que escolhíamos e dizíamos o  porquê escolher a tal colega. Foi bem legal, porque terminamos encontrando a oportunidades perfeita para ajustar algumas diferenças com alguém que desejávamos há tempos e não tínhamos coragem, pelo menos comigo aconteceu isso. Apesar das lágrimas me fez muito bem essa dinâmica.
Obrigada professora Ana Raquel, por nos propor esse momento!! 

A aula seguiu após a dinâmica com a proposta dos textos que seriam lidos nas férias e discutidos na volta às aulas.
Em seguida a turma foi dividida em grupos para discutirmos algumas questões de forma bem divertida.
Formou-se quatro grupos com nomes bem sugestivos;
Prazeres da vida: Discutiu situações de crianças exibindo os genitais na escola;
Todo mundo nu: Ver o ato sexual dos pais;
As sexólogas: Procurando orientação;
Desabrochar da Rosa: A criança assiste filme pornô,  e tenta vivenciar na escola;

A proposta foi os componentes de cada grupo discutirem entre si o assunto dado pela professora e em seguida fizemos a socialização para o grande grupo.
Falarei  do meu grupo que foi "O desabrochar da Rosa".
Ficamos com a seguinte situação:
"TIAGO DE CINCO ANOS, ASSISTE UM FILME PORNÔ NA TV A CABO EM CASA, DEPOIS QUER FAZER SEXO ORAL COM A PRIMA DA MESMA IDADE".
Como nós educadoras reagiríamos a esta situação, ou como resolveríamos o problema?
A resposta do grupo foi a seguinte: "Conversaríamos com a criança de forma particular, e questionaríamos onde ela viu a cena, depois explicaríamos que alguns adultos costumam se relacionar daquela forma, mas que isso não é para crianças fazer. Depois chamaríamos os pois para uma boa conversa e informaríamos o ocorrido".
Em seguida a professora apresentava a cada grupo a resposta mais aceita, indicada por profissionais.
O ideal seria: No caso do filme pornô, é preciso perguntar o que ela viu e mostrar que a realidade das pessoas não é aquela. "Explique que os filmes são feitos para despertar vontades nas pessoas, mas que sexo não é só aquilo, tem carinho e afeição. é importante que a criança cresça fazendo essa associação diz Marcos Ribeiro". 
Ufa!! Que resposta hen!! Mas não sei se no caso da criança de cinco anos vai adiantar explicar tanta coisa assim, mas se os profissionais dizem, é porque deve valer .

Pois bem, nossa aula hoje foi bem proveitosa, e ficamos por aqui. Educação e Sexualidade é isso!!

Homofobia - Aula do dia 06/12/2013

Pauta: Homofobia
A homofobia é um tema muito delicada de ser abordado. Por isso, para que esse a discussão aflorasse na sala de aula a professora socializou  um texto bem interessante via slides em meio a discussão.
Título do texto: O reconhecimento da diversidade sexual e o enfrentamento à homofobia como políticas de Educação. O mesmo traz um conjunto de conceitos e informações a respeito da homofobia, assim como de preconceitos,  e situações vividas por pessoas que não são heteroxesuais ao longo dos anos. 
O que consegui absorver dessa aula?
Entendi que a homofobia é a reação manifestada de um sentimento que se mostra contra a qualquer modelo de orientação sexual que não seja a hetero. 
O texto trás que a homofobia assim como o heterosexismo  fazem parte de nossa rotina, os homicídios são alarmantes, assim como também suicídios. São situações situações de desrespeito e até desumanas para com o público: lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais, (LGBT), como é mais conhecido.

Vimos que a escola não pode nem deve reproduzir ou ampliar a homofobia, mas que ela consente e até ensina, segunda pesquisas da UNESCO, diz o texto. Concordo com estas informações que foram abordadas no texto, pois, o que dizer da realidade de muitas escolas que mantêm objetos rosas para meninas e azuis para meninos como: (copos, pratos, talheres, mesas , cadeiras e etc.). É uma forma de currículo oculto conforme Tadeu Tomás, que a escola mantêm, e de dizer aos meninos cabe ser assim e as meninas desse outro jeito.

Ou seja, conforme a abordagem do texto, "A escola pode deixar de ser um ambiente de opressão sexista e homofóbica e tornar-se um ambiente seguro, livre e educativo para todas as pessoas". 
É bem comum, vermos nos nossos educandos do Ensino Fundamental I, principalmente os meninos quererem manter distância dos colegas, se a brincadeira envolver abraçar, pegar a mão etc. É  complicado para a professora tirar da cabeça de uma criança que não há problema em menino abraçar outro menino por exemplo, desde pequeninos eles já trazem um sentimento que provavelmente na vida adulta os levará uma possível homofobia.

Esta é uma síntese que faço do texto: citado acima cuja referência é: