sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Aula do Dia 13/12/2013- Educação e Sexualidade

Começamos o dia com uma ótima dinâmica, a qual eu recomento: "dinâmica do cordão", não sei na verdade o nome, mas esse também vale.

A brincadeira tinha o objetivo de ser um momento de união da turma, já que seria nossa última aula de 2013, mas na verdade foi uma situação de bastante emoção e risos também. 
Passando um cordão para a pessoa que escolhíamos e dizíamos o  porquê escolher a tal colega. Foi bem legal, porque terminamos encontrando a oportunidades perfeita para ajustar algumas diferenças com alguém que desejávamos há tempos e não tínhamos coragem, pelo menos comigo aconteceu isso. Apesar das lágrimas me fez muito bem essa dinâmica.
Obrigada professora Ana Raquel, por nos propor esse momento!! 

A aula seguiu após a dinâmica com a proposta dos textos que seriam lidos nas férias e discutidos na volta às aulas.
Em seguida a turma foi dividida em grupos para discutirmos algumas questões de forma bem divertida.
Formou-se quatro grupos com nomes bem sugestivos;
Prazeres da vida: Discutiu situações de crianças exibindo os genitais na escola;
Todo mundo nu: Ver o ato sexual dos pais;
As sexólogas: Procurando orientação;
Desabrochar da Rosa: A criança assiste filme pornô,  e tenta vivenciar na escola;

A proposta foi os componentes de cada grupo discutirem entre si o assunto dado pela professora e em seguida fizemos a socialização para o grande grupo.
Falarei  do meu grupo que foi "O desabrochar da Rosa".
Ficamos com a seguinte situação:
"TIAGO DE CINCO ANOS, ASSISTE UM FILME PORNÔ NA TV A CABO EM CASA, DEPOIS QUER FAZER SEXO ORAL COM A PRIMA DA MESMA IDADE".
Como nós educadoras reagiríamos a esta situação, ou como resolveríamos o problema?
A resposta do grupo foi a seguinte: "Conversaríamos com a criança de forma particular, e questionaríamos onde ela viu a cena, depois explicaríamos que alguns adultos costumam se relacionar daquela forma, mas que isso não é para crianças fazer. Depois chamaríamos os pois para uma boa conversa e informaríamos o ocorrido".
Em seguida a professora apresentava a cada grupo a resposta mais aceita, indicada por profissionais.
O ideal seria: No caso do filme pornô, é preciso perguntar o que ela viu e mostrar que a realidade das pessoas não é aquela. "Explique que os filmes são feitos para despertar vontades nas pessoas, mas que sexo não é só aquilo, tem carinho e afeição. é importante que a criança cresça fazendo essa associação diz Marcos Ribeiro". 
Ufa!! Que resposta hen!! Mas não sei se no caso da criança de cinco anos vai adiantar explicar tanta coisa assim, mas se os profissionais dizem, é porque deve valer .

Pois bem, nossa aula hoje foi bem proveitosa, e ficamos por aqui. Educação e Sexualidade é isso!!

Homofobia - Aula do dia 06/12/2013

Pauta: Homofobia
A homofobia é um tema muito delicada de ser abordado. Por isso, para que esse a discussão aflorasse na sala de aula a professora socializou  um texto bem interessante via slides em meio a discussão.
Título do texto: O reconhecimento da diversidade sexual e o enfrentamento à homofobia como políticas de Educação. O mesmo traz um conjunto de conceitos e informações a respeito da homofobia, assim como de preconceitos,  e situações vividas por pessoas que não são heteroxesuais ao longo dos anos. 
O que consegui absorver dessa aula?
Entendi que a homofobia é a reação manifestada de um sentimento que se mostra contra a qualquer modelo de orientação sexual que não seja a hetero. 
O texto trás que a homofobia assim como o heterosexismo  fazem parte de nossa rotina, os homicídios são alarmantes, assim como também suicídios. São situações situações de desrespeito e até desumanas para com o público: lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais, (LGBT), como é mais conhecido.

Vimos que a escola não pode nem deve reproduzir ou ampliar a homofobia, mas que ela consente e até ensina, segunda pesquisas da UNESCO, diz o texto. Concordo com estas informações que foram abordadas no texto, pois, o que dizer da realidade de muitas escolas que mantêm objetos rosas para meninas e azuis para meninos como: (copos, pratos, talheres, mesas , cadeiras e etc.). É uma forma de currículo oculto conforme Tadeu Tomás, que a escola mantêm, e de dizer aos meninos cabe ser assim e as meninas desse outro jeito.

Ou seja, conforme a abordagem do texto, "A escola pode deixar de ser um ambiente de opressão sexista e homofóbica e tornar-se um ambiente seguro, livre e educativo para todas as pessoas". 
É bem comum, vermos nos nossos educandos do Ensino Fundamental I, principalmente os meninos quererem manter distância dos colegas, se a brincadeira envolver abraçar, pegar a mão etc. É  complicado para a professora tirar da cabeça de uma criança que não há problema em menino abraçar outro menino por exemplo, desde pequeninos eles já trazem um sentimento que provavelmente na vida adulta os levará uma possível homofobia.

Esta é uma síntese que faço do texto: citado acima cuja referência é: