quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Resumo do texto: Orientação sexual nos PCNs - Aula 14/02/2014

                                        RESUMO
Orientação Sexual nos Parâmetro Curriculares Nacionais
Helena Altmann
 Este texto é um resumo que faço do artigo acima citado. Trago os principais pontos que a autora aborda como forma de crítica aos PCNs, no que tange a orientação sexual.

Ela diz que nos PCNs, a sexualidade é abordada como um tema transversal, e que também faz parte do cotidiano da escola. Não é um tema novo e  foi criado como transversal para serem trabalhados ao longo de todos os ciclos de escolarização.
Sobre o papel da escola diz que é de desenvolver ação crítica; reflexiva e educativa e que promova a saúde das crianças e dos adolescentes;
 Os PCNs, orienta que a educação física seja um espaço privilegiado e propício para a aprendizagem de orientação sexual pela experiência do professor como aluno. Porém a autora não concorda nem eu concordo, pois como ela diz, porque tratar a temática na disciplina de educação física que nada tem a ver com o tema orientação sexual, e tão pouco que seus profissionais tem a ver também.
Penso, que sobre o tema orientação sexual na escola, deva ser abordado em todas as disciplinas do currículo de maneira  inclusa nos conteúdos, mas que não só fique restrito a isso, que é o que geralmente ocorre, a escola deve promover eventos que envolva as crianças e os adolescentes, a família, etc. para que em conjunto possam aos poucos irem rompendo as barreiras que envolve a sexualidade.

Como começou a discutir esse tema nas escolas no Brasil?
Diz a autora que por aqui, a partir dos anos 20 e 30, o problema dos "desvios sexuais" deixam de ser percebidos como crime, para serem concedidos doenças.  Então a escola passa a ser tida como espaço de intervenção preventiva da medicina higiênica, cuidar para produzir comportamentos normais. Outra crítica, ela faz a isto: pois diz que ao tratar sobre doenças, sua prevenção, não acentuando a relação com a morte, a escola integra-se ao serviço público de saúde, gerando atitudes de "autocuidado". E isso nada mais é do que uma intenção de autodisciplinamento da sexualidade das pessoas.

Na década de 60 e 70 a educação sexual formal na escola enfrenta fluxo e refluxo, ou seja, são discutidos e desenvolvidos projetos que deixam de existir em 1970 por conta de Comissão Nacional de moral e Civismo, que dá parecer contrário a outro projeto de 1968 que propunha a inclusão obrigatória de Educação Sexual  na escola. Contudo, a partir de 1970, a família volta a ser considerada a principal responsável pela educação sexual das crianças. Mas a escola podendo inserir educação sexual em programas de saúde.

Concluímos nossa síntese compreendendo que a educação sexual nas escolas está vinculado as questões de saúde por conta dos epidemias  de doenças transmissíveis desde muito tempo.Se antes era a sífilis como a autora abordou, agora é a AIDS, e a gravidez. Não digo que a escola não deva abordar para prevenir essas consequências do sexo sem proteção, mas que a  Orientação Sexual na escola e também na família deva ir muito além, a palavra certa seria na minha concepção, CONSCIÊNCIA.
E tal consciência deve abranger as famílias também, pois em muitas situações a escola amedronta-se na reação das famílias que não aceitarem que seus filhos aprendam assuntos relacionados a sexualidade. Então  terminam deixando de lado conteúdos importantes para a formação do educando.

Aula do dia 07/02/2014 - Orientação sexual nos Parâmetros Curriculares Nacionais

Iniciamos nossa aula hoje com um vídeo muito interessante com o repórter Drauzio Varella, intitulado de "Viagem Fantástica Drauzio Varella -  Amor e sexo"

 Muito bom este vídeo, pois mostra a trajetória do ser humano de forma científica dentro do útero até nossa morte. Gosto muito das reportagens de Drauzio Varella, pois a sua forma de abordar as matérias é de fácil compreensão e encanta a todos que o assiste.
Foi desse jeito que ficamos em sala de aula com a apresentação do vídeo, encantadas com a riqueza dos detalhes, é uma verdadeira aula de ciências, mas não aquela ciência livresca da nossa trajetória escolar, mas uma forma interessantíssima de mostrar a trajetória da nossa vinda ao mundo.

Após esse momento, a professora apresentou os procedimentos que adotaria na avaliação nesta última unidade do nosso componente curricular. Em seguida, partimos para as discussões sobre o texto "Orientação sexual nos Parâmetros Curriculares Nacionais". Este texto é um artigo que faz críticas a forma como os PCN, aborta a educação e sexualidade.

O resumo deste texto, postarei na próxima aula!!

Bom dia!!!