RESUMO II
Este texto é uma síntese do artigo escrito por Sílvia Regina Viodres Inoue e Marilena Ristum, que aborda a violência com crianças e jovens,adolescentes, homens e mulheres em suas diversas etnias, classes sociais, cultura e religiões.
Porém vem focando a violência que tem maior intensidade com crianças e adolescentes e sendo a família os maiores violadores dos direitos dessas crianças.
No Estados Unidos a violência infantil surgiu como um problema médico social;
No Brasil os maus tratos sofridos pelas crianças diagnosticamente comprovados resultaram em propostad que mais tarde criou-se o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA);
As autoras frisam que na literatura há certa dificuldade de conceituar violência, pois são encontradas várias definições e a imprecisão nestes conceitos revela a falta de clareza conceitual e portanto os termos utilizados para conceituar as diferentes modalidades de crimes sexuais apresentam dificuldades em atender adequadamente aos aspectos médico, jurídico, psicológico e ético que os crimes envolvem.
O texto aponta em citação de Faleiros e Campos que diante da confusão existente na literatura de conceituar os diversos casos de violência para estas autoras, violência sexual, abuso sexual e maus tratos não são sinônimos e são epistemologicamente distintos.
A questão dos desafios encontrados por parte de quem sofre algum tipo de violência sexual, se agrava na perspectiva de que são praticados por parentes ou pessoas próximas da família, que por sua vez demoram para fazer a denúncia.
Concordo com as autoras pois, a vergonha de muitas pessoas expor um parente próximo por terem cometido um ato de violência principalmente sexual é maior do que se colocar no lugar da criança violentada, e por isso muitas delas só vem ser descobertas quando a pessoa já se encontra na idade adulta, e sofreram a vida toda esses atos inescrupulosos dentro do seio da sua própria família.
A vítima de violência sexual está exposta a diferentes riscos, que comprometem sua saúde física e mental, com efeitos físicos e psicológicos devastadores e duradouros, que vão desde a depressão, sentimentos de culpa, comportamento autodestrutivo, ansiedade, isolamento, estigmatização, baixa auto-estima etc.
A violência também pode ser verificada na escola por consequência de serem vivenciadas dentro de casa. Diz o texto: Crianças que são testemunhas ou vítimas de violência no ambiente doméstico tendem a desenvolver um repertório de estratégias inadequado... aprendem estratégias agressivas para lidar com possíveis contrariedades.
Para as autoras a escola deve se comprometer com a garantia dos direitos da criança e dos adolescentes e a adesão dos educadores fortalece a militância em defesa desses direitos. Mas também dizem que a escola apresenta pouco definido seu papel diante da violência, e se vê na literatura as poucas contribuições da escola em relação a proteção socialização e formação infanto-juvenil.
É uma pena a escola contribuir pouco para com esta causa, pois sabemos que a criança na maioria das vezes passa mais tempo na escola do que nas suas próprias casas, mais parece que a escola não às veem.
Para terem acesso o texto que serviu de base para este resumo busque no link abaixo, e boa leitura!!
http://www.scielo.br/pdf/estpsi/v25n1/a02v25n1.pdf
Obrigada por contribuir com o debate.
ResponderExcluirAbraços
Silvia Viodres Inoue